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domingo, 11 de março de 2012

COMO SE FORMAM AS PEDRAS NOS RINS


Conheça também os principais tratamento da doença, que acomete 15% da população

Dor lombar intensa irradiando para o abdômen e região genital. Quem já passou por um episódio de cólica renal sabe o quanto uma pequena “pedrinha” pode incomodar. Mas o que são essas famosas pedras e como evitá-las?

O que são


Primeiramente é preciso entender o funcionamento do sistema urinário. Formado por um conjunto de órgãos, é ao longo do trato urinário que ocorre a filtragem do líquido presente em nosso organismo. As substâncias e nutrientes são absorvidos pelo corpo, enquanto as impurezas são eliminadas pela urina. “A pedra no rim, ou cálculo renal, é o surgimento de uma solidificação ao longo da via urinária durante o processo de formação da urina”, explica o Dr. Oscar Pavão, nefrologista do Einstein.

Isso ocorre porque a urina tem cristais, principalmente ácido úrico e cálcio, que podem se agregar ao longo do percurso dos rins até a uretra, onde acontece a eliminação da urina. Quando esses cristais se agregam, constituem um núcleo, que envolvido por outras substâncias formam o cálculo. Esses cálculos, que têm formato semelhante ao de uma pedra, podem ficar localizados na região em que se formaram ou podem se movimentar, de acordo com o tamanho e sua característica.

Não se sabe completamente a causa da formação dessas pedras, mas existe diferença do tipo e localização no trato urinário de acordo com as variações ambientais, a região geográfica, temperatura, alimentação, fatores socioeconômicos e hereditariedade.




Sintomas e diagnóstico

O principal sinal é cólica, dor. Pode ser uma dor concentrada exclusivamente na região lombar ou que se irradie para as regiões abdominal, inguinal (virilha) e genital. Esse é o trajeto da dor, que pode ou não representar o lugar da pedra.
O segundo sintoma é a hematúria, a presença de sangue visível na urina, acompanhada ou não de dor.
Apesar de ser extremamente frequente - no Brasil, 15% da população tem ou terá cálculo renal em algum período da vida-, nem sempre o cálculo é diagnosticado. Isso ocorre porque uma parte das pessoas não tem sintomas, por não haver movimentação ou obstrução da via urinária. “Normalmente descobrimos durante a realização de exames para avaliar outro órgão, ou durante um check-up”, explica o Dr. Pavão.
A maior parte dos cálculos é formada por cálcio e eles são identificados facilmente em exames de raio X. Já os formados por ácido úrico são somente diagnosticados em testes de ultrassom.

Causas e tratamento

Antes de iniciar qualquer tratamento, é primordial identificar a origem da formação da pedra. Por uma disfunção no rim, algumas pessoas urinam cálcio em excesso, desenvolvendo a hipercalciúria, que é o acúmulo dessa substância no organismo. Já aqueles com hiperuricosúria, eliminam maior quantidade de ácido úrico, também propiciando a formação de cálculos no rim.
Os pacientes com hiperoxaluria são aqueles que urinam a substância oxalúria em excesso, frequente em pessoas que se submeteram a procedimentos de redução de estômago ou em quem tem quadros recorrentes de diarreia ou doenças intestinais. Também existem os cálculos causados pelo excesso ou falta de citrato, substância presente principalmente nas frutas cítricas, a hipo e hipercitraturia.
“É importante fazer o diagnóstico metabólico e identificar o motivo da formação de cálculos, pois isso interfere diretamente na abordagem do tratamento”, explica o nefrologista. Descoberta a causa, é avaliada a retirada da pedra.
Só se retira a pedra quando ela causa obstrução nas vias, cólicas intratáveis, náuseas e vômitos frequentes ou infecção urinária, o que é pouco comum. O tamanho da pedra também deve ser considerado. Em quase todos os casos as pedras com até um centímetro de diâmetro tendem a sair espontaneamente com a urina.
Para as que precisam ser retiradas, os procedimentos mais comuns são a litrotripsia, em que a fragmentação da pedra por meio de ondas de choque, e os fragmentos são eliminados pela urina, e o tratamento cirúrgico, em que é feita a extração da pedra por meio de uma sonda.
Mesmo após a retirada da pedra, elas podem aparecer novamente. Em dez anos, as chances de ter novamente um episódio de cólica renal são de 95%.

Prevenção

Em todos os casos, o fundamental para prevenir o aparecimento de cálculos é a hidratação. “Quem tem cálculo deve urinar mais de 30ml/kg por dia. Portanto, é imprescindível investir na ingestão de líquidos”, orienta o médico.
Se houver muitos casos na família, não é preciso fazer exames para diagnosticar a pedra. A melhor receita também é ingerir maior volume de líquido, para que seja produzida mais urina.

Fonte: Dr. Oscar Pavão, nefrologista do Einstein (einstein)



Importante: 


O que muitas pessoas não sabem é que a Pressão Arterial elevada vai ao longo do tempo, queimando Néfrons e este pode vir à causar falha renal levando o paciente à necessitar de Hemodiálise.


Eis a importância de controlar a Pressão Arterial com medicamentos, mesmo que não haja sintomas, leve á sério e tome seus medicamentos conforme a indicação do seu médico.


Abraços,


Rosângela Matos
dra.rosangelamatos@yahoo.com.br


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